Wednesday, January 2, 2008

CAPÍTULO 3 - Aprendizagem

Este capítulo, tal como indica o título, é dedicado à aprendizagem e ao papel que a tecnologia representa neste campo.

É um dado adquirido que qualquer pai deseja o melhor para o seu filho, mas será que eles compreendem aquilo que os seus filhos necessitam? Dito por outras palavras, e transpondo esta ideia para o tema em questão, os pais censuram os jogos, a ligação à Internet, todo o contacto com a alta tecnologia por parte das crianças. Mas terão eles o bom senso de adaptar esta situação ao contexto educativo de modo a que os seus pequeninos tirem proveito da boa relação que estabelecem com a tecnologia? Infelizmente, não me parece...

A maioria dos pais tem maior tendência a seguir as regras do consumismo, comprando para os seus filhos o que parece ser mais vistoso, o que é alvo de maior publicidade, sem atentar que, afinal, a casca perfeita que cobre o produto adquirido revela algo que não aparentava ser anteriormente.

Considero que faça falta um certo aconselhamento aos pais sobre os requisitos para um bom programa de formação de crianças, formas de interagir com os seus filhos e as tecnologias e de puxar pela criatividade de modo a criar um maior estímulo ao seu processo de aprendizagem. Mas decerto que se aderirem a estes novos métodos verão resultados muito mais promissores e interessantes.

Sunday, December 30, 2007

CAPÍTULO 2 - Tecnologia

Ciberutópicos e Cibercríticos:

Segundo um ciberutópico, a Era Digital faz milagres, solucionando todo e qualquer problema.
Para um cibercrítico, a Era Digital representa um perigo para a sociedade.
Pessoalmente, não concordo totalmente com nenhum deles. Ou então, dito de outra forma, acho que as características da Era Digital, mais particularmente no campo educativo, tanto se inserem na perspectiva ciberutópica, como na cibercrítica.

A Era Digital não faz milagres, mas constitui um grande suporte ao processo de Ensino/Aprendizagem. É um dado adquirido que a introdução da tecnologia no ensino reparou algumas "falhas" como por exemplo a possibilidade de se estabelecer conferências via Internet, como se um aluno estivesse presente em sala de aula. A disponibilização da matéria leccionada em plataformas online é outra das vantajosas novidades introduzidas com a Era Digital. É mesmo pelo facto de os jovens de hoje se darem tão bem com os computadores e outros equipamentos tecnológicos que a educação através da tecnologia é uma área em expansão.

Também não acho que a Era Digital represente um perigo para a sociedade, se bem que tenho de concordar que com a liberdade que as crianças têm para explorar o seu conhecimento nos computadores, elas sujeitam-se a encontrar conteúdos inapropriados. Mas isto também parte do controlo que é feito pelos pais, uma boa educação sobre os perigos que a Internet abarca já é meio caminho andado para que no futuro as crianças utilizem correctamente a Internet.

Sunday, October 28, 2007

CAPÍTULO 1 - Gerações

Um caso amoroso:

É notável a grande proximidade entre crianças e computadores. Não obstante a etnia nem a condição sócio-económica, a sensação que uma criança tem face a um computador é de um misto de curiosidade e controlo. Os jovens de hoje sabem que pertencem à Geração dos Computadores. É algo que dominam com tanta facilidade, como se já lhes estivesse no sangue, como se lhes fosse inato.
Esta "relação amorosa" traz-lhes benefícios e perigos. Tanto desenvolve a sua capacidade de concentração e exploração, como pode ser causadora de dependência e de acesso a conteúdos impróprios.



Liberdade perdida:

Esta "liberdade perdida" a que o autor se refere remete para o modo como as crianças tinham dificuldades em arranjar respostas directas às suas questões. A sua liberdade para explorar o meio em busca de respostas era muito limitada. O autor salienta que "a maior liberdade de escolha alterará dramaticamente o modo como as crianças aprendem e se desenvolvem".



... a Liberdade reconquistada:

Como é fácil de deduzir, nos tempos que correm, as crianças reconquistaram a sua "liberdade" através do contacto com os computadores. De certo modo, podemos afirmar que começam a ser independentes dos pais no que remete para a captação de informação. Esta mudança é muito relevante na sua aprendizagem. Porém os pais, deparam-se com um dilema: ou ignoram esta mudança, ou aderem à mesma. Escusado será dizer que a segunda hipótese revelar-se-á a mais benéfica para ambos.
As crianças, certamente, não terão dificuldade em ambientar-se a este novo método de aprendizagem. Já os pais notarão o esforço necessário para a apreensão deste mesmo método.

Sintetizar "a família em rede"

De modo a tentar não tornar a leitura deste blog muito cansativa, decidi escrever os posts referentes ao livro de acordo com as ideias principais. Assim, como irão reparar, não vou escrever textos muito extensos e, deste modo, será muito mais fácil dar relevo aos principais focos desta obra.

"a família em rede" de Seymour Papert

Vivemos num mundo em que a tecnologia se apodera, cada vez mais, da nossa vida social. E são, principalmente, as crianças quem mais facilmente se adapta aos computadores e a toda uma nova forma de explorar o grande mundo que as rodeia. "a familia em rede", uma acessível obra de Seymour Papert retrata, precisamente, toda esta situação fazendo-o, de modo directo, com uma linguagem bastante simples e de fácil compreensão. É sem dúvida um livro dedicado a toda a família, mas especialmente aos pais que, em muitos casos, não sabem o que fazer quanto a esta emancipação dos seus filhos quanto ao mundo da tecnologia.

Nos próximos posts comentarei, gradualmente, cada capítulo do livro, salientando as ideias principais que o autor defende.

Friday, October 12, 2007

PodCast

No seguimento das aulas práticas, continua o processo de pesquisa de informação sobre a tecnologia escolhida. Quanto ao nosso grupo, composto por mim, pela Marta, pela Patrícia e pela Iolanda, o nosso interesse vai despertando cada vez mais com cada pesquisa feita. Isto porque, de facto, a utilidade dos podcasts é notável. E não me refiro apenas a alunos, mas também a professores.

Passo a justificar os dois casos:
É já um dado adquirido o facto de que os jovens sentem-se mais confortáveis com a utilização de novas tecnologias, desde a Internet até aos leitores de mp3. Tendo isto em conta, a utilização de podcasts torna-se bastante conveniente, uma vez que se revela mais acessível e, logo, mais motivante para os alunos poderem armazenar as aulas no computador ou no leitor de mp3 e ouvi-las sempre que lhes apetecer, não esquecendo o factor da organização que também é facilitado com esta ferramenta.
Quanto ao corpo docente, passa-se basicamente o mesmo. Os professores vêem a sua tarefa facilitada no que toca, por exemplo ao registo de aulas, à matéria leccionada, à organização e à acessibilidade. Atenção! Isto não quer dizer que de hoje em diante todas as aulas deverão ser dadas por leitores de mp3 e por ficheiros descarregados no início da aula. Mas, convenhamos, é uma grande ajuda para qualquer professor e em certos casos (as aulas para invisuais são um bom exemplo) esta ferramenta torna-se essencial.
Como conclusão, é possível afirmar que o podcast torna o ensino portátil e de fácil acesso, motivando alunos e professores a desempenhar a sua tarefa no processo de ensino/aprendizagem.

Novo ano e a tecnologia aumenta...!

Pois é... Ainda agora começou o novo ano lectivo e o trabalho exigido já merece lugar de destaque.

Já foram formados os grupos nas aulas práticas, leccionadas pela professora Joana Viana, e o trabalho a realizar centra-se na escolha de uma ferramenta, uma tecnologia do nosso quotidiano, e em esclarecer a sua utilidade em termos educativos. A nossa escolha foi o podcasting, ou seja, uma técnica que permite o acesso a registos digitais de áudio ou vídeo e que podem ser reproduzidos sempre que o utilizador desejar.

É possível aceder a mais informações sobre podcasts nos sites:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcasting

http://cotonete.clix.pt/podcast/institucional/oquee.asp


...entre outros!